Sustentabilidade

Inovação e tecnologia

Quais os desafios das cidades inteligentes?

Confira como foi a participação da AES Brasil no evento Connected Smart Cities 2017

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Um dos temas que tem ganhado destaque, ultimamente, é o de smart cities. As cidades inteligentes conseguem se desenvolver economicamente e melhorar a qualidade de vida das pessoas ao gerar eficiência nas operações urbanas, por meio de tecnologia da informação, programas de inovação e modernização. 

Embora essa tendência venha se consolidando nas discussões sobre o desenvolvimento sustentável, é preciso entender os fatores que podem, de fato, tornar uma cidade mais inteligente, e quais são os principais desafios a serem enfrentados pelo País. 

Connected Smart Cities foi o tema do encontro promovido pela revista Capital Aberto, que ocorreu na última terça-feira, 15 de agosto, em São Paulo. Ricardo Kahn, gerente de Inovação da AES Brasil, esteve lá para debater o assunto com outros convidados. O bate-papo contou com a presença de Daniel Annemberg, da Secretaria de Inovação e Tecnologia; Rômulo Horta, da Huawei Brazil; Leonardo Luchiari, da BSHLaw; e Eduardo Kaplan Barbosa, do Departamento de Tecnologia de Informação e Comunicação do BNDES. 

O foco das discussões girou em torno das questões regulatórias e fiscais do Brasil, o que deixa o país passos atrás do que vem sendo realizado no mundo em termos de smart city. O envolvimento do governo, segundo os participantes, é de fundamental importância para que haja uma melhor interação setorial, e para incentivar investimentos privados, de forma que as ações possam ser implementadas em larga escala. 

Em sua fala, Ricardo Kahn apontou que há várias questões que estão sendo discutidas pela AES Brasil junto aos órgãos reguladores e que há melhorias que precisam ser feitas na legislação para permitir uma maior inovação no setor elétrico. Ressaltou que o Grupo AES tem mudado seu modelo de atuação, nos últimos anos, e investido fortemente em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e de Eficiência Energética (EE). Destacou algumas iniciativas da companhia, como o projeto de smart grid, em Barueri, que irá beneficiar 60 mil clientes por meio da autogestão do consumo de energia.

“Quando falamos de uma rede elétrica inteligente, não devemos nos ater somente aos medidores inteligentes nas casas dos clientes. É preciso pensar em uma grande infraestrutura que esteja preparada para isso. Por isso, a AES tem investido e modernizado sua rede elétrica, com instalação de religadores automáticos, sensores que identificam a falta de luz, ferramentas orientadas à internet das coisas e inteligência artificial. São muitas oportunidades para nós e para os clientes”, reforçou Kahn.

Ricardo também destacou como a inovação está presente na estratégia da companhia, destacando o espaço de inovação no rooftop do Cubo, um ambiente que promove o diálogo com os empreendedores e inovadores do mercado para a cocriação de negócios inovadores que gerem valor a toda a sociedade.  

“Fazemos toda a gestão energética do prédio do Cubo. Acompanhamos, em tempo real, tudo o que é consumido no local, da eficiência das placas solares ao funcionamento dos sistemas de iluminação e de ar condicionado. Hoje em dia, os sensores de IoT tornam as coisas mais fáceis, poderosas e baratas. Neste novo momento, é fundamental darmos o próximo passo para construir, com a ajuda de governo, parceiros e empreendedores, as tão almejadas cidades inteligentes”, completou.

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