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Crianças merecem brincar e estudar

No dia mundial do combate ao trabalho infantil, o que as empresas devem fazer para respeitar os direitos de crianças e adolescentes?

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Quantas oportunidades milhões de crianças perdem por não terem acesso a uma infância digna ou a uma educação de qualidade? Qual o impacto dessas restrições no presente e no futuro de cada uma delas? E qual é a nossa responsabilidade nisso? 

Essas indagações estão diretamente relacionadas aos números, ainda alarmantes, relatados no último levantamento da Fundação Abrinq, em março deste ano. Somente no Brasil, mais de 2,6 milhões de crianças e adolescentes são obrigados a trocar a infância e os estudos pelo trabalho, muitas vezes em condições arriscadas e não remuneradas.

Para contribuir com a mudança desse cenário assumimos, no Grupo AES, a responsabilidade de mapear e coibir qualquer tipo de irregularidade em nossa cadeia produtiva, em parceria com nossos fornecedores, investidores e clientes. Somos signatários do Pacto Global e comprometidos com a Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

No Instituto AES trabalhamos com projetos que promovem a formação do cidadão e que se relacionam com as metas propostas no ODS 4 – Educação de Qualidade. Um dos projetos geridos pelo Instituto AES é o AES Eletropaulo nas Escolas, pensado para atuar como transformador social, ao investir na formação de cidadãos mais conscientes. Outra iniciativa que apoiamos é o Centro Educacional Infantil Luz e Lápis (CEI), que visa a garantir o desenvolvimento integral da primeira infância.

#NAOtrabalhoinfantil 

Pelo nosso trabalho no âmbito dos direitos da criança e do adolescente fomos reconhecidos como Empresa Amiga da Criança pela Fundação Abrinq.  Este ano, a Fundação lançou a campanha #NAOtrabalhoinfantil. Por meio dessa hashtag, todos nós podemos manifestar apoio à causa e despertar a atenção da sociedade para esse tema tão emergencial. 

Guia de Avaliação de Impacto em Direitos Humanos

A Childhood Brasil e o Grupo de Direitos Humanos e Empresas (GDHeE) da FGV Direito SP lançaram na quarta-feira, 07 de junho, uma ferramenta inédita para orientar o setor privado pelos impactos causados por suas operações em crianças e adolescentes. Disponível em formato digital, o conteúdo pode ser compartilhado de forma livre para fins não comerciais. 

Devido à importância do tema, divulgamos e recomendamos a leitura desse guia por todas as empresas que pretendem contribuir com a erradicação do trabalho infantil junto à sua cadeia produtiva. Clique aqui para ter acesso ao arquivo em PDF.

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