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AES Tietê inaugura seu novo Centro de Operações, em Bauru

Tecnologia, inovação e mão de obra qualificada são os destaques do COGE

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  • Novo COGE - Central de Operações de Geração de Energia
  • Central de Diagnósticos
  • Evento de inauguração

O novo Centro de Operações de Geração de Energia (COGE) da AES Tietê foi inaugurado, oficialmente, na quarta-feira (25/10). Localizado na cidade de Bauru/SP, é considerado um dos mais modernos centros tecnológicos do Brasil e colocará em evidência toda a expertise da companhia na gestão de ativos, garantindo que as operações sejam realizadas com mais eficiência. 

Foram R$ 21 milhões investidos, o que inclui o novo prédio, os softwares, um datacenter, uma central de diagnósticos, um sistema inteligente microrrede e 456 placas solares fotovoltaicas, distribuídos em um total de 1.800 m2 de área construída. Tudo isso aliado a mais alta tecnologia e preparo para operar novas fontes de energia. 

O gerenciamento será todo centralizado, com monitoramento e controle de todas as plantas da AES Tietê, em tempo real: usinas hidrelétricas e eclusas, solares, eólica e geração distribuída. “Os comandos são dados à distância, num clique. Aqui, podemos, por exemplo, controlar os níveis dos reservatórios, da vazão da água, aumentar ou diminuir a geração de energia, dentre outros”, explica Ítalo. 

A operação de Alto Sertão II, planta eólica recentemente adquirida pela companhia, também já está sendo monitorada a partir do COGE. Até o primeiro trimestre de 2018, Guaimbê e Boa Hora, usinas solares da AES Tietê, também serão incluídas no novo Centro de Operações. 

Confira os principais diferenciais do novo COGE: 

- O prédio é equipado com 456 placas solares fotovoltaicas, com capacidade de 117 kWp. Hoje, conseguem suprir cerca de 30% do consumo total de energia do empreendimento; 

- Para garantir a confiabilidade dos ativos da companhia, foi construído um datacenter no local. Somente nele, foram investidos R$ 3,7 milhões; 

- Possui uma central de tratamento e reuso de água, que proporciona grande economia; 

- Como um projeto piloto, a empresa conta com o sistema inteligente microrrede, que visa a monitorar e a controlar diversas fontes geradoras e cargas de energia. Esse sistema analisa todas as fontes do prédio - sistema solar, gerador e sistema de iluminação – a fim de identificar melhorias, aprimorando o desempenho dessas fontes e ganhando em custo; 

- Na Central de Diagnósticos fica a equipe de engenheiros, responsável por monitorar, analisar e previne possíveis falhas nas máquinas das usinas da empresa. Por meio de softwares de última geração, os profissionais conseguem, remotamente, avaliar a situação das unidades geradoras das hidrelétricas da companhia. 

Cerimônia de inauguração

O evento contou com a presença de executivos da AES, autoridades e lideranças políticas. Entre as autoridades presentes, estavam o secretário estadual de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, e o prefeito de Bauru, Clodoaldo Gazzetta. 

Clodoaldo definiu a inauguração do COGE como um marco histórico para a cidade, do ponto de vista tecnológico e científico. "Grande parte da tecnologia do mundo está integrada aqui nesse complexo. Além disso, é um investimento que gera emprego e incentiva a produção de energia renovável", frisou o prefeito. 

Já para João Carlos Meirelles, “o Centro chega com a proposta de regular a introdução das energias renováveis, algo que impacta toda a região. Além disso, permite a qualificação de gente de alto nível que estuda em Bauru para trabalhar nas fronteiras Brasil afora", finaliza”. 

Julian Nebreda, presidente da AES Brasil, reforçou o compromisso do Grupo em impulsionar o desenvolvimento do País.  “Nós, da AES, que sempre acreditamos no Brasil, investimos para dar respostas à altura das novas demandas. Nosso plano é trazer para o país tecnologias inovadoras, desenvolvidas pela AES e que já são sucesso no mundo”, destacou o executivo. 

O diferencial está nas pessoas

A mão de obra qualificada para os projetos tecnológicos foram determinantes na instalação do complexo na cidade. “Há sete grandes universidades por aqui. Nós desenvolvemos uma tecnologia de drones subaquáticos e outros projetos com o Centro de Engenharia da UNESP local. Assim, além da qualificação e experiência dos nossos colaboradores, vários acadêmicos estão direta ou indiretamente envolvidos nessa empreitada”, destaca Ítalo.

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